Das causa mencionadas nas Escrituras de Deus, o mundo, a carne, o dem�nio, cada setor crist�o parece focalizar um e ignorar os outros. Alguns grupos fizeram uma ind�stria de expuls�o de dem�nios imagin�rios, enquanto acomodam a carne e abra�am o mundo. Outros grupos negam qualquer influ�ncia real de dem�nios.
Devemos habitar na revela��o completa de Deus, e 1) n�o acreditar que todo problema � por causa do diabo, e 2) concordar com Deus que os dem�nios s�o for�as reais com as quais temos que lidar.
DOCE ENVENENADO
Satan�s nos oferece gratifica��o instant�nea com "melhoramentos" demon�acos: Voc� pode ser "espiritual"... Voc� pode ser "s�bio"... Voc� pode ser "atraente"... Voc� pode se "divertir"... Voc� pode "trabalhar com isto"... Assim que somos "fisgados", a satisfa��o se torna cada vez mais alusiva, e morte � o resultado certo. Deus d� poder que nunca termina para aqueles que esperam nEle para realizar aquilo que Ele prometeu. Aquilo que recebemos atrav�s da f�, vai durar para sempre. Satan�s d� poder tempor�rio para aqueles que acreditam em suas mentiras. Ele se torna "pai" deles, e eles se tornam suas posses. Estamos mordendo a isca ou esperando pela coisa verdadeira?
2 Cor 6:14-17 (NIV) ... Porque o que t�m em comum a justi�a e a maldade? Ou que rela��o pode a luz ter com as trevas? Que harmonia h� em Cristo e Belial [Satan�s]? O que um crist�o tem em comum com um �mpio? Que acordo h� entre o templo de Deus e �dolos? Porque n�s somos o templo do Deus vivo. Como Deus disse: "Eu viverei com eles e andarei com eles, e serei seu Deus, e eles ser�o meu povo. Por isso saiam deles e sejam separados, diz o Senhor. N�o toquem em nada impuro, e eu receberei voc�s. "
UM MINIST�RIO SOFISTICADO?
Marcos 6:7 (NIV) Chamando os doze para ele, ele os enviou de dois a dois e deu � eles autoridade sobre maus esp�ritos.
Mat. 10:8 (NIV) "Curem os enfermos, ressuscitem os mortos, limpem aqueles que t�m lepra, expulsem os dem�nios. De gra�a recebestes, de gra�a d�em."
Lucas 10:17 (NIV) Os setenta e dois retornaram com alegria e disseram: "Senhor, at� mesmos os dem�nios se submetem a n�s em seu nome."
Marcos 1:27 (NIV) O povo estava t�o surpreso que eles se perguntavam uns aos outros: "O que � isto? Um novo ensinamento - e com autoridade! Ele at� mesmo d� ordens a maus esp�ritos e eles o obedecem."
Cristo passou grande parte de Seu minist�rio expulsando dem�nios. Isto n�o foi bom para o estabelecimento religioso daqueles dias (Marcos 3:22). A cegueira � freq�entemente preferida do que o ser "posto em liberdade de verdade ". Antes, como hoje, nossas cren�as religiosas natural�sticas ficam ofendidas. "Que esp�ritos maus?"
Se estiv�ssemos l�, talvez n�s pud�ssemos ter puxado Cristo para um lado e dito: "Este homem � obviamente um epil�ptico. N�o h� raz�o para procurar por causas "espirituais". Vamos mand�-lo a um especialista." Ou, "Ora Jesus, � s� um h�bito, uma excentricidade - um talento, um 'presente'. N�o h� necessidade de se ver um dem�nio por tr�s de cada �rvore." Somos mais s�bios do que Deus? Talvez precisemos nos arrepender de nossa cegueira, e ganhar percep��o real da natureza das coisas.
O poder de Satan�s � predito na cren�a humana em mentiras. A Verdade nos libertar� de verdade.
Marcos 1:26 (NIV) O esp�rito mau sacudiu o homem violentamente e saiu dele com um grito.
Lucas 9:42 (NIV) Ainda enquanto o menino estava vindo, o dem�nio o jogou ao ch�o em um uma convuls�o. Mas, Jesus repreendeu o esp�rito mau, curou o menino e o devolveu a seu pai.
Atos 8:7 (NIV) Com gritos, esp�ritos maus sa�ram de muitos...
Lucas 4:33,35 (NIV) Na sinagoga havia um homem possu�do por um dem�nio, um esp�rito mau. Ele gritou a plenos pulm�es... "Fique quieto!" Jesus disse severamente. "Sa�a dele!" Ent�o o dem�nio jogou o homem no ch�o perante eles todos e saiu dele sem lhe causar mal.
"POSSU�DO"?
Rom 6:12-13 (Phi) N�o permitam, ent�o, que o pecado estabele�a qualquer poder sobre seus corpos mortais fazendo voc�s cederem a suas luxurias. Nem entreguem partes de seu corpo, para serem, como se fossem, armas do mal para prop�sitos do diabo. Mas, como homens resgatados da morte certa, coloquem-se nas m�os de Deus como armas do bem para os seus pr�prios prop�sitos.
Nas Escrituras, a id�ia de possess�o � usada em um sentido mais amplo do que somente a possess�o demon�aca. Possess�o tem a ver com cativeiro, senhorio ou obedi�ncia. N�s somos dito como sendo "possu�dos" por Deus se O obedecemos, e "possu�dos" pelos poderes da escurid�o se pecamos. Casos avan�ados de algu�m ser "tomado cativo " por Satan�s � um comportamento involunt�rio chamado de "possess�o". Mas neste tipo de "possess�o" se entra freq�entemente por vontade pr�pria e gradualmente...
Rom 6:16 (Phi) Voc� "pertence" ao poder que escolhe obedecer... (Sal 106:39)
Como crist�os, nossas almas s�o "seladas" at� o dia de nossa reden��o completa, mas nossos corpos podem ser comandados por Satan�s, levados cativos para realizarem sua vontade em um determinado momento. � claro, que n�o � o mesmo para n�s, como para os �mpios, pois temos uma escolha nesta quest�o. N�s temos a op��o experimental de entregarmos nossos corpos (Rom 6:12-22) - como pe�as de xadrez - para Deus ou Satan�s na grande batalha c�smica.
Rom 6:16 (NEB) ... se voc�s se colocam � disposi��o de um mestre, para obedec�-lo, voc�s s�o escravos do mestre a quem obedecem; e isto � verdade, quer sirvam ao pecado, com morte como resultado; ou � obedi�ncia, com justi�a como resultado.
2 Ped. 2:19 (Jer) ... se qualquer um se deixa dominar por qualquer coisa, ele � escravo daquilo...
FOI ENGANADO?
1 Cor 6:19-20 (TEB) ...Voc�s n�o se pertencem, mas � Deus; ele comprou-vos por um pre�o. Ent�o usem seus corpos para a gl�ria de Deus.
Ef. 4:27 (NAS) ... N�o deis ao diabo um local onde se apoiar.
Malachi Martin, em Ref�m do Diabo diz que aquilo a que chamamos de "possess�es" s�o na realidade "possess�es parciais". At� mesmo em casos extremos como o homem geraseno (Lucas 8:26-39), ainda h� uma alma n�cleo que n�o foi completamente dominada, mesmo que o corpo seja rotineiramente "tomado" por dem�nios.
Para fazer este conceito caber em nossa Teologia, n�s podemos substituir palavras como "opressos" versus "possessos" e "fortalezas", etc., mas o assunto � uma quest�o do cora��o, uma quest�o de quem � o nosso mestre, n�o de palavras. N�s ansiamos pelas emo��es que os dem�nios podem nos dar atrav�s dos pecados, ou est� nosso cora��o inclinado � obedi�ncia a Deus?
A PATOLOGIA DO CATIVEIRO
1 Tim 4:1 (TEB) O Esp�rito diz claramente que alguns homens abandonar�o a f� nos �ltimos tempos; eles obedecer�o a esp�ritos mentirosos e seguir�o aos ensinamentos de dem�nios.
2 Cor. 6:36 (NIV) "Quando eles pecam contra ti [Deus]- pois n�o h� nenhum que n�o peque - e voc� se torna bravo com eles e os entrega ao inimigo que os leva cativo..." (Ne 9:27, Jud 2:14, Sal 106:41)
Deus nos disse que Ele nos entregar� ao "cativeiro" se continuarmos a pecar, e nos deu exemplo ap�s exemplo atrav�s da hist�ria. Ainda assim, muitos nas igrejas de hoje, completamente negam at� mesmo a possibilidade desta din�mica espiritual. Eles est�o "t�o certos " que isto n�o pode acontecer, mesmo quando pode. Parece haver uma campanha massiva para encobrir o que est� acontecendo. Pessoas s�o "cativas do pecado" do tipo mais ultrajante, e poucas miss�es de resgate s�o tentadas, e menos ainda s�o bem-vindas pelos que est�o cativos.
2 Ped 2:12 (Phi) Mas estes homens, como menos racionalidade do que animais irracionais que nascem para ser pegos e mortos, blasfemam de coisas fora de suas pr�prias experi�ncias e ser�o com toda certeza destru�dos em sua pr�pria corrup��o.
A PAR�BOLA DA ARMADILHA DO URSO
2 Tim 2:26 (NIV) e aqueles que vierem a seus sentidos e escaparem da armadilha do diabo, que os levou cativos para fazer sua vontade.
Imagine um homem pego em uma armadilha de um urso. Ele n�o pode chegar ao �ngulo pr�prio para se separar das garras de a�o por si pr�prio, ele precisa de ajuda. Vamos imaginar ent�o que ele veja seu amigo se aproximando pelas �rvores e se sinta terrivelmente embara�ado de ter sido pego nesta situa��o. Ent�o ele se abaixa e tenta se esconder. Mas, seu amigo j� o viu, ent�o o cativo infeliz decide se erguer e manter uma pose, como se estivesse ali de prop�sito.
Seu amigo se aproximando diz: "Onde voc� estava? Sentimos sua falta. H� algo errado?" "Oh, n�o. Nada mesmo." O homem que est� preso sorri o melhor que pode apesar de sua dor e espera que seu amigo v� embora, para que ele possa voltar a sua luta sem esperan�a de tentar se libertar. Mas, seu amigo j� percebeu a armadilha e j� est� abrindo as presas de a�o. "Seu maluco!" Seu amigo fala, "Porque voc� n�o gritou por ajuda? Porque tentou se esconder de mim e esconder o problema? Venha, voc� est� livre agora - foi f�cil para mim, e a dor ir� embora logo. Seja mais cuidadoso no futuro para n�o caminhar em territ�rio perigoso sozinho... e aprenda algo sobre os pensamentos loucos que passam pela cabe�a daqueles que trope�am nas armadilhas para ursos."
2 Tim 2:25-26 (Jer) Para que eles possam reconhecer a verdade e vir a seus sentidos, uma vez fora da armadilha onde o diabo os pegou e os manteve escravizados.
Col. 2:8 (NIV) Tome cuidado para que ningu�m os leve cativos atrav�s de filosofia vazia e enganosa, que depende de tradi��o humana e de princ�pios b�sicos deste mundo ao inv�s de Cristo.
FAZENDO OS CATIVOS LIVRES
Lucas 4:18-19 (NIV) [Jesus] "O Esp�rito do Senhor est� sobre mim, porque ele me ungiu para pregar as boas novas aos pobres. Ele me mandou para proclamar liberdade aos prisioneiros e recupera��o de vista ao cego, para libertar o opresso, para proclamar o ano do favor do Senhor."
Efe. 4:8 (Phi) Assim dizem as escrituras: "Quando ele ascendeu aos c�us, ele levou cativo o cativeiro..."
Scott Peck (com desculpas, mas aqui eu acho que ele est� correto): "O prop�sito inteiro de um exorcismo � descobrir e isolar o dem�nio dentro do paciente para que possa ser expulso... O primeiro e geralmente, mais longo est�gio de um exorcismo � o "Engano"...[quando] o dem�nio se esconde dentro e por tr�s da pessoa. Para que o exorcismo ocorra, o Engano precisa ser quebrado; o dem�nio deve ser descoberto e trazido para fora ao aberto."
Is. 42:7 (NIV) para abrir olhos que s�o cegos, para libertar os cativos das pris�es e libertar do calabou�o aqueles que sentam na escurid�o.
Is. 49:9 (NIV) "... para dizer aos cativos, 'Saiam,' e para aqueles na escurid�o 'Sejam livres!'"
Sal. 142:7 (NAS) "Traga minha alma para fora da pris�o, para que eu possa agradecer a teu nome; os justos me rodear�o, porque o Senhor lidou generosamente comigo."
RAMBO VERSUS O CATIVEIRO DA 1) VONTADE, 2) TERMINOLOGIA, AND 3) COMPLAC�NCIA
Imagine Rambo indo em uma miss�o por tr�s das linhas inimigas para resgatar um prisioneiro de guerra. Depois de muito trabalho, ele irrompe dentro da cela do prisioneiro e diz: "Estou aqui para te libertar do inimigo. Vou proteg�-lo na perigosa viagem para fora daqui. Vamos embora, rapidamente!"
Considere as seguintes respostas loucas do tolo:
1) "Estou bem, realmente, eu n�o sou prisioneiro; eu escolhi estar aqui."
2) "Eu tenho um passaporte americano e a Am�rica em meu cora��o. O que voc� quer dizer quando fala que estou "possu�do" pelo inimigo? Talvez eu esteja sendo opresso, mas n�o preciso de um resgate!"
3) "O que voc� quer com esta atitude superior, Rambo? Eu estava lidando bem com a situa��o, e quem sabe, as coisas poderiam acabar melhorando. Se eu for com voc�, eu posso ser morto em alguns minutos."
Jo�o 8:31-34,36 (NIV) Para os Judeus que acreditaram nele, Jesus disse: "Se voc�s continuarem nos meus ensinamentos, voc�s realmente ser�o meus disc�pulos. Ent�o voc�s conhecer�o a verdade, e a verdade vos libertar�.". Eles o responderam: "N�s somos descendentes de Abra�o e nunca fomos escravos de ningu�m.[???] Como podes dizer que nos libertar�?" Jesus respondeu: "Vou dizer-lhes a verdade, qualquer que peca, � escravo do pecado... Ent�o se o Filho vos libertou, voc�s realmente ser�o livres."
Agora imagine que o tolo tenha sido resgatado e lutado junto com Rambo at� um local seguro, e depois, por vontade pr�pria, retorna para o mesmo cativeiro, caminhando de volta at� sua pris�o. N�o iria o inimigo colocar este "tont�o" em um situa��o de cativeiro muito maior?
(Lucas 11:24-26) Ora, havendo o esp�rito imundo sa�do do homem, anda por lugares �ridos, buscando repouso, e n�o o encontrando, diz: Voltarei para minha casa, donde sa�. E chegando, acha-a varrida, adornada. Ent�o vai, e leva consigo outros sete esp�ritos piores do que ele �, entrando, habitam ali; e o �ltimo estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro.
Scott Peck: "No final, � o paciente ele ou ela mesmo que � o exorcista."
PORQUE BRINCAR COM SUA VIDA?
As Escrituras n�o nos instruem a ignorar os dem�nios ou expuls�-los para que eles v�o embora gradualmente, ou para trein�-los a serem obedientes. N�s � dito para expuls�-los. N�o � suficiente fazer com que eles se escondam temporariamente quando s�o percebidos: um cachorro adormecido pode acordar de repente e dilacerar sua v�tima. Nenhuma negocia��o deve ser feita. Nenhum argumento � v�lido. Nenhuma distra��o permitida. Nenhum atraso aceito. Os dem�nios devem ser expulsos, arrependimento e ren�ncia total devem se seguir; e eles n�o ir�o embora de sua vida se puderem se esconder, discutir, negociar, distrair ou enganar. E eles voltar�o se forem desejados novamente...
Porque dar esse mole? Se voc� suspeita de atividade demon�aca em sua vida, n�o machucaria nem um pouco, pedir para que algu�m ore para que voc� seja totalmente liberto. Cristo nos garantiu este poder. Porque esperar? N�o � vergonha ser liberto, mas � vergonha continuar cativo.
OS �LTIMOS SER�O OS PRIMEIROS
Lucas 8:2 (NIV) e tamb�m algumas mulheres que haviam sido libertas de maus esp�ritos e doen�as: Maria (chamada Madalena) de quem sete dem�nios haviam sa�do;
Marcos 16:9 (NIV) Quando Jesus ressurgiu cedo no primeiro dia da semana, ele apareceu primeiro para Maria Madalena, de quem ele tinha expulsado sete dem�nios.
... Eu vim vir em minha dire��o um Fantasma [um visitante do "inferno"] que carregava algo em seu ombro. Como todos os fantasmas, ele era sem subst�ncia, mas eles se diferenciavam uns dos outros, assim como tamb�m a fuma�a se difere. Alguns tinham sido mais brancos; este era escuro e oleoso.
O que estava em seus ombros era um pequeno lagarto vermelho, e estava mexendo seu rabo como um chicote e sussurrava coisas em seu ouvido. Quando o vimos, ele virou sua cabe�a para o r�ptil com um grunhido de impaci�ncia.
"Eu digo e repito: Cala boca!" ele disse. O lagarto continuou a mexer o rabo e a sussurrar em seu ouvido. Ele parou de rosnar e de repente come�ou a sorrir. Ent�o ele se virou e come�ou a mancar na dire��o oeste, para longe das montanhas ["c�u"].
"J� vai?" disse uma voz. O interlocutor tinha mais ou menos a forma humana, mas era mais alto do que um homem, e t�o brilhante que eu mal podia olh�-lo. Sua presen�a aqueceu meus olhos e meu corpo tamb�m (pois havia calor vindo dele, assim como havia luz) como o sol da manh� no come�o de um dia tir�nico de ver�o.
"Sim. J� vou," disse o Fantasma. "Obrigado por toda sua hospitalidade. Mas, como voc� pode ver, n�o adianta de nada. Eu disse para o meu amiguinho" (a� ele indicou o lagarto), "que ele teria de ficar quieto se ele viesse - o que ele insistiu em fazer. � claro que suas brincadeiras n�o ser�o permitidas aqui: Eu sei disso. Mas, ele n�o p�ra. Eu vou ter que ir para casa."
"Voc� gostaria que eu o fizesse calar? "disse o Esp�rito flamejante - um anjo, como pude ent�o perceber.
"� claro que eu gostaria", disse o Fantasma.
"Ent�o eu o matarei," disse o Anjo, dando um passo a frente.
"Oh--ah--cuidado! Voc� est� me queimando. Fique longe," disse o Fantasma, se afastando.
"Voc� n�o o quer morto?"
"Voc� n�o disse nada sobre mat�-lo a princ�pio. Eu n�o queria te aborrecer com algo t�o dr�stico quanto isto."
"� a �nica forma," disse o anjo, cujas m�os queimantes estavam naquele momento bem perto do lagarto. "Posso mat�-lo?"
"Bem, esta � uma quest�o muito importante. Eu estou a total disposi��o para consider�-la, mas � um ponto novo, n�o �? O que eu quero dizer, � que por agora, tudo o que eu estava pensando em fazer, era silenci�-lo porque aqui, ele � t�o embara�o!"
"Posso mat�-lo?"
"Bom, h� tempo para discutir isto mais tarde."
"N�o h� tempo. Posso mat�-lo?"
"Por favor, eu nunca quis dar tanto trabalho. Por favor, de verdade, n�o se preocupe. Olhe! Ele j� at� foi dormir por vontade pr�pria. Tenho certeza de que tudo vai estar bem agora. Muito obrigado."
"Posso mat�-lo?"
"Honestamente, eu n�o acho que h� a menor necessidade para tanto. Eu tenho certeza que poderei mant�-lo sob controle agora. Eu acredito que o processo gradual seria bem melhor do mat�-lo."
"O processo gradual n�o adianta de nada."
"Voc� acha que n�o? Bem, eu vou pensar cuidadosamente sobre o que voc� falou. De verdade Na realidade, eu at� deixaria voc� mat�-lo hoje, mas n�o estou me sentindo muito bem hoje. Seria tolice fazer isto agora. Eu precisaria estar em boas condi��es para fazer a opera��o. Quem sabe um outro dia, talvez."
"N�o h� outro dia. O dia aceit�vel � hoje. "
"Para tr�s! Voc� est� me queimando. Como posso falar para voc� mat�-lo? Voc� me mataria se fizesse isso! "
"N�o � assim."
"Como n�o? Voc� est� me machucando agora."
"Eu nunca disse que n�o iria machuc�-lo. Eu disse que n�o iria mat�-lo."
"Oh, j� sei. Voc� pensa que eu sou um covarde. Mas, n�o � isso. De verdade que n�o �. Deixe-me lhe propor algo. Eu volto hoje no �nibus da noite e pe�o uma opini�o do meu pr�prio m�dico. Eu volto assim que puder.
"Este momento cont�m todos os momentos."
"Porque voc� est� me torturando? Voc� tem que estar brincando comigo. Como � que posso deixar voc� me fazer em peda�os? Se voc� quisesse me ajudar, porque voc� n�o matou logo esta porcaria sem me perguntar - antes que eu soubesse? J� teria terminado agora se voc� tivesse."
"Eu n�o posso matar o lagarto contra a sua vontade. � imposs�vel. Eu tenho sua permiss�o?"
As m�os do Anjo estavam quase fechadas sobre o lagarto, mas ainda n�o o tocavam. Ent�o o lagarto come�ou a conversar com o Fantasma t�o alto que at� eu podia ouvir o que ele estava dizendo.
"Tome cuidado," ele come�ou a falar. "Ele pode fazer o que ele diz. Ele pode me matar. Uma palavra fatal de sua parte e ele ir� me matar!! Ent�o voc� ter� que ficar sem mim para todo o sempre. N�o � natural. Como voc� poderia viver? Voc� seria um tipo de fantasma, n�o um homem de verdade como voc� � agora. Ele n�o te entende. Pode ser natural para ele, mas n�o � para n�s. Sim, eu sei que n�o h� prazeres de verdade agora, somente sonhos. Mas eles n�o s�o melhores do que nada? E eu vou ser bonzinho. Eu admito que algumas vezes, eu fui longe demais, s� que eu prometo n�o fazer isso de novo. Eu n�o te darei nada al�m de belos sonhos - todos doces e bonitos e quase inocentes..."
"Tenho sua permiss�o?" disse o Anjo ao Fantasma.
"Eu sei que isso vai me matar."
"N�o vai. Mas, vamos supor que matasse. Ent�o o qu�?"
"Voc� est� certo. Seria melhor est� morto do que viver com esta criatura"
"Ent�o eu posso?"
"Ora, mas que inferno! Vai logo, OK? Termine logo com isso. Fa�a como voc� quiser, " gritou o Fantasma: mas terminou solu�ando: Deus me ajude. Deus me ajude. "
No instante seguinte o Fantasma deu um grito de tamanha agonia, que eu nunca ouvi antes na Terra. Aquele que queima fechou suas m�os vermelhas no r�ptil: virou-o, enquanto ele se debatia e mordia. Ent�o o Anjo, quebrou suas costas e o atirou a grama, morto.
"Ai! � demais para mim, " gemeu o Fantasma, caindo para tr�s.
Por um momento eu n�o pude ver nada distintamente. Ent�o eu vi, entre mim e o canteiro mais pr�ximo, de forma ineg�vel, o bra�o e o ombro de um homem ficando cada vez mais s�lido. O pesco�o e a cabe�a dourada materializaram-se enquanto eu observava... a complei��o verdadeira de um homem - um homem imenso, nu, n�o muito menor do que o Anjo...
Enquanto eu ainda observava, eu percebi que toda a floresta e a clareira estavam tremendo com um som que em nosso mundo seria muito grande para se ouvir, mas ali, eu podia ouvi-lo com alegria. Eu sei que n�o eram as pessoas s�lidas que estavam cantando. Era a voz daquela terra, daquelas �rvores e daquelas �guas. Um barulho estranho, arcaico, inorg�nico, que vinha de todas as dire��es ao mesmo tempo... E cantava,
"Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te � minha direita, at� que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus p�s... "
"De todos os lugares e �pocas, do Pr�prio Lugar ,autoridade lhe ser� dada: as for�as que uma vez se opuseram � voc�, ser�o fogo em seu sangue e trov�o celeste em sua voz."
"Que venha sobre n�s, que venha, para que possamos ser n�s mesmos: n�s desejamos o come�o de seu reino, como ansiamos pelo amanhecer e o orvalho, orvalho ao nascer da luz."
Por favor lembrem-se de que nem todos os problemas podem ser atribu�dos aos dem�nios. Mas, at� o dia em que a igreja tenha discernimento o suficiente, para confiante e corretamente identificar dem�nios em pessoas como Jesus fazia, o melhor juiz de atividade demon�aca em sua vida... � provavelmente voc�.
Se voc� suspeita que voc� foi enganado por dem�nios, recomendamos que voc�: 1) procure ora��o por sua pr�pria iniciativa, 2) confesse e renuncie a toda atividade que levou a tal estado, e 3) arrependa-se e torne-se para Deus - n�o sonhe de qu�o "boa a comida era no Egito " (Num 11:4-6), mas participe do p�o celestial e espere pelo Senhor atrav�s da f�.
1 Cor 10:20b (RSV) Eu n�o quero que voc�s sejam parceiros com dem�nios.
1) H� quaisquer problemas morais s�rios, predominantes na sua linhagem familiar? (Coisas como abuso de subst�ncias, infidelidade, suic�dio, fanatismo, viol�ncia, pervers�o, orgulho, mentira, etc.)
2) No passado, voc� alguma vez sentiu um talento ou capacidade "super humano" que o levou para longe de Deus? (Coisas como: sedu��o, manipula��o, intelig�ncia, habilidade para mentir, bruxaria, guias espirituais, etc. )
3) H� modos recorrentes, destrutivos nos quais voc� entra, bem al�m da tenta��o normal, do qual voc� n�o consegue se libertar? (Coisas como: ataques de raiva, amargura, paran�ia, auto piedade, lux�ria sexual, fofocas, gastos descontrolados, etc.)
2 Cor 6:17 (NIV) ... N�o toque coisa impura alguma e eu os receberei.
Rom 12:1-2 (Wey) Eu imploro a voc�s, portanto, irm�os, pelas miseric�rdias de Deus, que apresentem todas as suas faculdades a Ele, como um sacrif�cio vivo e santo aceit�vel a Ele. Isto com voc�s, ser� um ato de adora��o razo�vel. E n�o sigam os costumes da presente �poca, mas sejam transformados pelo inteiro renovo de suas mentes, para que voc�s possam aprender por experi�ncia qual � a vontade de Deus - a vontade que � boa e bonita e perfeita.